sábado, 24 de janeiro de 2015

“A vida de Grupo” em debate no Encontro da Comunidade Nossa Senhora da Esperança

O Encontro Anual de Coordenadores de Grupos (EACG), promovido pelo Movimento Comunidade Nossa Senhora da Esperança, reunirá no dia 28 de fevereiro os integrantes dos grupos que integram a comunidade. O objetivo é dar as diretrizes do ano de 2015. O evento gratuito será realizado na Paróquia Santa Luzia, na Rua dos Pariquis, bairro do Jurunas, das 8:30 às 16 horas.
A Comunidade Nossa Senhora da Esperança tem como coordenadores regionais 2014-2017 o casal Lucival Moraes Teixeira e Maria Eunice Teixeira. O encontro anual abordará a unidade estabelecida a cada ano pela Coordenação Nacional da Comunidade; este ano será trabalhado “A vida de Grupo”, na busca de repassar que o grupo não se resulta em uma reunião mensal, mas sim, em uma unidade. O movimento em Belém existe desde 2005 e é composto por seis grupos, sendo que cada um tem um coordenador e um conselheiro espiritual, além dos demais integrantes do grupo que são as pessoas sós, ou seja, viúvos (as) e solteiros (as). Apesar do encontro focar os coordenadores, os membros da comunidade também serão alvo do evento, pois é voltado para os integrantes da comunidade.
A unidade escolhida pela Coordenação Nacional “A vida de Grupo” será tratada pelos coordenadores regionais Lucival Morais Teixeira e Maria Eunice Teixeira, juntamente com o pároco da Paróquia Santa Luzia e Conselheiro Espiritual da Região Pará, Padre Roberto Cavalli.
SERVIÇO
Mais informações:
3225-3127 ou 98875-4511
HISTÓRICO DO MOVIMENTO
 A Comunidade Nossa Senhora da Esperança partiu da iniciativa da Da. Nancy Cajado Moncau, em fevereiro de 2003, aos 93 anos de idade. Fundamentada na experiência do Pe. Caffarel que, no período da 2a Guerra Mundial, atendeu um pedido das jovens viúvas francesas (equipistas), cujos maridos haviam falecido em campos de batalha, iniciando com elas um trabalho de apoio espiritual. Trabalho que ficou conhecido, inicialmente, por “Fraternidade Nossa Senhora da Ressurreição” e posteriormente por “Grupamentos Espirituais de Viúvas”. Da. Nancy adotou n o B r a s i l a m e s m a l i n h a metodológica das Equipes de Nossa Senhora e acolhe, além de quem vive o estado de vida da viuvez, também as pessoas sós, entendendo-se como tal as solteiras (já com certa idade) e também as separadas ou divorciadas que continuam sós

VOZ DE NAZARÉ - BELÉM, DE 23 A 29 DE JANEIRO DE 2015 -Caderno Dois – pg 11

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

É NATAL O FILHO DE DEUS VEIO NOS VISITAR, TRAZENDO CONSIGO O AMOR, A PAZ E A FRATERNIDADE, POR QUE DEUS TEVE COMPAIXÃO DE NÓS

Irmãs e irmãos, mais uma vez nos reunimos para dar sabor à vida nova que chega, Jesus veio e está no meio de nós, por isso a nossa comunidade vivencia e adora esse Cristo que se fez homem para nos ensinar a viver como homens e mulheres que buscam a paz nas relações um com os outros.
É Natal momento de balanço, momento de refletirmos sobre a nossa caminhada na vida cristã, momento também de olhar para o mundo e contemplar as maravilhas que Deus coloca a nossa disposição e o que estamos fazendo com tudo isso. Será que estamos desfazendo o que Deus fez?  ou estamos construindo a partir de tudo isso um mundo melhor para as próximas gerações como legado de filhos de Deus que constroem e reconstroem tendo como fundamento a fé, a esperança e  a caridade.
Somos uma comunidade que sob a proteção de Nossa Senhora da Esperança se fortalece no estudo e na vivência do evangelho para construirmos em nós um templo sagrado onde Jesus possa nascer todos os dias em nossos corações para que possamos ser sal e luz para as nossas  amigas tanto do grupo como da comunidade ajudando a curar uma das outras as suas feridas como nos ensina Jesus.
Somos abençoados por Deus por termos em nossa comunidade padres, freiras e diácono que como conselheiros e orientadores espirituais, instruem, animam e fazem com que a Comunidade Nossa Senhora da Esperança cresça e se desenvolva sob seus cuidados. A vocês nossos agradecimentos e que Deus seja louvado por suas presenças no meio de nós.
Neste Natal queremos nos confraternizar com vocês e nos fazer unidos na caminhada, para que como Maria, mãe de Deus e nossa mãe, estejamos sempre prontos para dizer “Eis aqui a serva do senhor faça-se em mim segundo a vossa palavra” e assim caminhemos em passos largos para as águas mais profundas para amar e servir a Deus e aos irmãos.
FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO.
Eunice e Lúcio
Casal Regional


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

VALORES ÉTICOS: Atitudes éticas que eu percebo nas relações humanas e sociais das comunidades eclesiais onde eu vivo

Atualmente causa revolta e indignação as crescentes denúncias de corrupção e apropriação indevida de recursos públicos no país, no estado, no município e nos órgãos privados. Estamos acostumados também a ouvir que o brasileiro está perdendo os valores éticos, que norteiam a conduta humana, orientada para todos os membros da coletividade. Razão pela qual, nos questionamos se houve uma mudança nos princípios éticos da nossa sociedade, ou se está havendo uma deformação moral do ser humano.
O conceito de Ética não mudou, embora tenha havido uma série de mudanças na sociedade. A Ética continua sendo definida como um conjunto de princípios e valores que guiam e orientam as relações humanas. Estes são princípios que devem ter características universais; precisam ser válidos para todas as pessoas e para sempre.
Quando uma nação ou grupo humano perde a consciência dos valores e princípios universais válidos e necessários, acabam ficando sem rumo, entrando em profunda crise de valores éticos.
Atitudes, sistemas socioeconômicos e estruturas políticas antiéticas corroem as pessoas, os grupos humanos, as nações e o planeta. Minam e lesionam tudo o que encontram pela frente sem poupar o que não serve aos interesses. Ferem as pessoas, violam seus direitos, eliminam e excluem os mais fracos, matam se for preciso.
Sob tantas pressões antiéticas parece que o agir corretamente perdeu o sentido. Mas o ser humano foi criado à semelhança de Deus e com livre arbítrio para agir segundo a sua vontade. E recebeu um dos primeiros códigos de ética de que se tem notícia: “os dez mandamentos que Deus entregou a Moisés”.
Eu vivo num bairro de classe média alta caracterizada por uma desigualdade social muito grande. De um lado, pessoas vivendo economicamente bem ou relativamente bem; algumas morando em luxuosos edifícios ou casas suntuosas, dotadas de todos os sistemas de segurança. Do outro lado, separado por um canal, vamos encontrar algumas comunidades muito pobres, desprotegias, sujeitas a todo tipo de violências, carentes de necessidades básicas para sobreviver: de alimentação, saúde, moradia, educação e tantas outras.
Ocorre que nas comunidades de meu bairro vivem pessoas sensíveis dotadas de uma sólida dimensão cristã; seja de um lado (dos ricos) seja do outro lado (dos pobres) onde podemos observar princípios éticos de solidariedade, de cooperação, de caridade, de partilha e de amor ao próximo. São pessoas que lutam e trabalham voluntariamente em busca de uma melhor qualidade de vida para pessoas idosas, pessoas doentes, desempregadas e analfabetas.
Pessoas que não esperam pela vontade das autoridades governamentais e vão à luta e promovem os mais diversos trabalhos de cidadania, procurando resgatar a dignidade humana. Com relação às crianças elaboram projetos de educação, saúde e lazer. Há também trabalhos assistenciais de doação de alimentos, de roupas, material de higiene, remédios e muitos outros.
Muitas pessoas ignoram o que leva alguém a se comprometer com tanta responsabilidade, porque obviamente desconhecem os princípios éticos da convivência social.
 Francisca Carvalho de Oliveira—Grupo 02