segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

MISSÃO CUMPRIDA

Muitas vezes somos surpreendidos  por fatos que acontecem em nossas vidas independentes de nossa vontade ou desejo. Porém quando temos uma missão a ser cumprida, devemos aceitá-los, pois faz parte dos desígnios de DEUS. Quando éramos Regional das Equipes de Nossa Senhora(ENS), em Encontro Nacional, conhecemos Cleide e Valentim, a quando da apresentação das CNSE as ENS. Naquele dia nos comprometemos, com o estimado casal, de que ao término de nossa missão como Casal Regional, nos dedicaríamos a implantação das CNSE, em Belém do Pará. E, assim ocorreu. Dom Orani João na época Arcebispo Metropolitano acolheu o novo movimento na alegria de um pai que coloca pela primeira vez o filho recém nascido nos braços. Após, Padre Alberto Bresciani, se juntou a nós para ser o Conselheiro Espiritual do Movimento e do Grupo 01. Depois vieram Pe. Thimóteo, Pe. José Luiz, Pe. Roberto Cavalli, Diácono Ademir, Irmã Câmara, Irmã Jaqueline e Irmã Elvira. E, assim os anos passaram. Outros grupos vieram. Integrantes que retornaram a Casa do Pai. Nossas saudades de Áurea e Lucimar. No passar dos anos, momentos inesquecíveis, recordamos o espírito de partilha, união, alegria e solidariedade que bem marca a caminhada das CNSE. A missão de coordenar um Movimento da Igreja, de forma especial deixa como recordação como é difícil ser um cristão autentico, nos dias atuais, e exorta-nos a conhecer, praticar  e preservar os rituais e mandamentos da Igreja, em nossa vida cotidiana, assim como traz o encorajamento para que sejamos missionários em nossos lares e locais de trabalho. Deus nos presenteou com a Coordenação do Movimento, e como companheira na caminhada nos deu Maria, como Senhora da Esperança e colocou pessoas (as integrantes das CNSE) em nossas vidas, como anjos, indicando o caminho a percorrer, trazendo paz, luz conforto e  esperança, para nos ajudar a saber trabalhar com a realidade de corações e espíritos feridos, abatidos, fragilizados e sem esperança, os transformando na medida em que compreendem que, a solidão não é querida por Deus e que em Comunidade, ou seja, em pequenos Grupos, novo sentido certamente será dado à vida. Uma/(um) será o instrumento da outra/(outro) para fazer da provação não uma resignação, mas uma prova de confiança e amor a Deus. Se nesses anos as integrantes das CNSE tiveram um crescimento espiritual maior crescimento foi o nosso ante o testemunho de vida de cada uma. Oito (8) anos na missão. Necessária mudança. Urge nova luz. É chegado o momento de nesse final do ano 2013 passarmos a coordenação das CNSE a um outro comando, ao Casal EUNICE e LÚCIO, que já nos acompanha há alguns anos. Amigos não se despedem. Pessoas da família não se despedem. Amigos quando se afastam dizem um “até logo”. Pessoas da família quando se vão dizem um “até mais”, um “até breve”. Amigos e pessoas da família, quando muito, dizem um “tchau”. Amigos e família estão sempre juntos. Assim é a família das CNSE. Portanto, nossas palavras não o são de despedida e sim de agradecimento. É hora, mais do que nunca, de valorizar as amizades e os conhecimentos adquiridos aqui. Deus abençoe as CNSE, Deus abençoes cada um (a) de seus integrantes. Deus abençoe a todos nós. Nossa Senhora da Esperança, seja sempre a companhia constante na caminhada vida a dizer que a esperança cristã esteja sempre presente na vida de todos nós. Um grande abraço. Lili e Constantino

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

EU E MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR

Josué tomou posição ao lado de sua família. Quando exortava o povo a se definir, ante a idolatria, ele disse: “Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.15) Josué decidiu: “eu e minha casa serviremos ao Senhor”. Isso não é mágico, repentino, ilusório. E necessário que uma série de atitudes e ações sejam desenvolvidas para que esse objetivo seja alcançado. É uma decisão, um propósito. Precisa haver firmeza de fé e de caráter nos membros da família, a começar dos pais que devem ser exemplo para os filhos. Josué comportou-se à altura de um grande líder na visão de Deus.
Como podemos seguir o exemplo de Josué para bem servir ao Senhor?

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

De Jovens ... do Papa ... de convite

         Não faz tanto tempo assim e se estava pensando em como seria o perfil dos jovens diante dos acontecimentos do momento atual. Parecia que eles não estavam muito ligados. Mas ... surpresa ? Em cobertura da imprensa vimos que havia sempre jovens entre os manifestantes. Então se vê que a determinação para lutar, para reivindicar está patente entre eles.
            Veio o Papa Francisco, aconteceu a Jornada Mundial da Juventude e sentimos aquela pulsação, aquele entusiasmo, aquele calor humano, com algumas tomadas da mídia onde se constatava a alegria de estarem juntos a despeito das diferentes nacionalidades e culturas e o Papa trazendo Jesus Cristo como ele mesmo falou, colocou no meio, nas mãos, na vida dos jovens o valor maior e o verdadeiro sentido da vida e observou aos demais como se deve lidar com a juventude. Como escutá-la, incentivando, apoiando, atentos ao respeito e sua liberdade, entendendo sua contestação, abrindo espaço para eles, para sua alegria e criatividade e até sua rebeldia, tudo com respeito, esperança e crença na sua capacidade. Constatação: os jovens estão com tudo para aceitar o convite do Papa já no momento presente, preparando o futuro.
            Perguntamos: são os jovens que precisam de “reparos” ou somos nós aqui fora que os rotulamos dando assim margem à exclusão. Observamos hoje, mesmo na infância, nas escolas, se a criança necessitar de um pouco mais de cuidado e atenção, o despreparo é visível, constatável facilmente, é preciso que ela seja “normal”, “perfeita”, o que quer que esse conceito de normalidade implique. Viria a argumentação necessidades especiais necessitariam de tratamento especial. Tudo bem. Mas isso é realizado de maneira tão incisiva que se caracteriza como exclusão.
            Quem sabe, digamos, o “alerta” do Papa nos leve a todos jovens e os nem tanto a rever atitudes, conceitos e pré-conceitos?
            Podemos experimentar ter presente:
- que não tenhamos medo de servir ao outro, que assim os jovens não o terão;
- que não percamos a esperança para que falemos dela aos jovens;
- que sejamos despojados para que aí eles identifiquem os verdadeiros valores.
Isso poderia ser fruto do exemplo e da palavra do Papa.

Lourdes – Grupo 4