sábado, 18 de maio de 2013

PENTECOSTES, A EFUSÃO DO ESPÍRITO SANTO



Pentecostes, nos  apresenta  a comunidade de Homens Novos, que nasce da cruz e da ressurreição e são libertados pela força santificadora e libertadora do Espírito Santo. 
A solenidade de Pentecostes é um momento importante para a Igreja, pois marca o início da ação evangelizadora junto aos povos de todas as nações. Segundo o Catecismo da Igreja Católica, “no dia de Pentecostes, a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como Pessoa divina: da Sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito” (CIC, n. 731)
Tudo começa com o primeiro encontro de Jesus com os discípulos, logo após a sua ressurreição.   Foi neste encontro, que Jesus comunicou a eles o seu Espírito, no gesto de soprar sobre eles. Ao soprar o Espírito Santo sobre os discípulos, Jesus nos recorda o sopro de Deus na criação, o sopro que deu vida a criatura humana, gesto que Jesus repete como início de uma nova criação! Cheios do Espírito Santo, os discípulos se libertam do medo que os aprisionavam, e a partir deste momento, as palavras de Jesus se tornam claras para eles. “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhe serão perdoados;  a quem os não perdoardes, eles lhe serão retidos”.   Com o sopro do Espírito Santo, Jesus concede a igreja, o poder de perdoar pecados.   É Deus quem tem o poder de perdoar pecados, mas Jesus concede este poder e o transmite a sua Igreja. Trata-se do sacramento da reconciliação.  “Reter os pecados”, não significa uma condenação e sim,  um insistente apelo à conversão.
Que o fogo do Espírito Santo desça sobre nós e nos transforme em ardentes e corajosos anunciadores das maravilhas ensinadas pelo Filho Unigênito.  

domingo, 28 de abril de 2013

TEMPO PASCAL


Estamos em plena Páscoa do Senhor, momento propício e vasto  para oração, meditação  e encontro.
Viver a Páscoa nos indica, como faz Maria a caminharmos em direção ao Ressuscitado  e como os discípulos de Emaús caminhar com Jesus e sentir no nosso corpo, na nossa mente e em nosso coração  a presença de Deus vivo entre nós o que nos comunica paz, alegria e esperança em um mundo melhor.
Páscoa é tempo de fortificar a nossa espiritualidade tornando-a viva e cada vez mais resistente as intempéries de um mundo onde a falta de amor é extremamente sentida, pois a falta de Deus estimula a violência, o desamor e a desesperança.
Voltando-nos para uma 
espiritualidade testemunhal acreditamos que podemos caminhar como São Francisco espraiando a fé e o compromisso com Deus e com os irmãos, garantindo assim uma vida cristã plenamente direcionada ao encontro com o Cristo Ressuscitado através da convivência com os nossos irmãos.
Vivenciando ainda neste tempo propício de revitalização do nosso modo de ser, agir e pensar devemos nos colocar a disposição da Igreja e assumir com ela todas as ações inerentes a vida espiritual da comunidade, sendo assim um discípulo atuante e capaz de fazer com que a Igreja de Cristo continue sendo para o cristão um porto seguro onde se tenha a vontade, o prazer e o compromisso de celebrar a vida em comunidade.
Irmãos e irmãs, nesta Páscoa queremos nos congratular com todos os membros da Comunidade Nossa Senhora da Esperança e como bem diz o nome queremos nos juntar com todos na esperança de fazermos com  que este Movimento seja cada vez mais fortificado e crescente nos serviços da igreja, para a Igreja e para a sociedade.
Eunice e Lúcio


sexta-feira, 15 de março de 2013

HOMENAGEM DO MOVIMENTO DAS COMUNIDADES NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA – CNSE




IDE PELO MUNDO E PREGAI O EVANGELHO!!!


Ó Deus, Pai do Sumo e Eterno Sacerdote, Jesus Cristo. Nós, do MOVIMENTO DAS COMUNIDADES NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA – CNSE, Regional Pará,  Igreja de Belém, pedimos pelo PAPA FRANCISCO, que o assistais na missão que recebeu de presidir em nome de Cristo o rebanho que é Pastor, da Tua Igreja CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA, sendo mestre fiel da doutrina, sacerdote da santa liturgia e servidor daqueles que governa. Nossa Senhora da Esperança, confiamos-vos a pessoa de nosso PAPA eleito e sua vontade de santificação sob a vossa materna proteção e inspiração. Amém!

Orem pelo Papa. Orar por ele é orar pela Igreja da fraternidade, que busca um recomeço
14/03/2013 – Editorial – Jornal “O Liberal” – Belém -Pará

Jorge Mario Bergoglio é argentino. Há 50 anos, vive com apenas um pulmão.
É ele próprio quem cozinha sua comida. Quando se desloca pela cidade onde vive, usa ônibus ou metrô. Jorge Mario Bergoglio já foi visto, certa vez, beijando os pés de portadores do vírus da aids internados num hospital.
Sobre ele, conta-se que há oito anos, na iminência de ser eleito para cargo máximo da instituição a que pertence, teria pedido quase em lágrimas, a seus pares, que votassem em outro cardeal. Jorge Mario Bergoglio precisa de orações. Ele também. Quando precisa, pede que orem por ele.
Jorge Mário Bergoglio é, desde ontem, o papa Francisco. Em dois mil anos de história da Igreja, é o primeiro a usar esse nome, que pode ser tanto uma referência a São Francisco de Assis como a São Francisco Xavier, duas referências para os católicos. O Papa Francisco tem apenas um pulmão.
No conclave que elegeu Bento XVI, teria recebido cerca de 40 votos e suplicado aos demais cardeais que elegessem Joseph Ratzinger para chefiar a Igreja, o que de fato ocorreu. Bergoglio, agora Papa Francisco , ficou conhecido, em 2001, por lavar e beijar os pés de 12 pacientes com aids que visitou num hospital de Buenos Aires.
Ontem, quando assomou ao balcão da Basílica de São Pedro, diante mais de 50 mil pessoas que o saudavam como o 266º papa, Francisco suplicou: “Orem por mim”. O dogma da infalibilidade que o qualifica e o junge a inspirações dívinas que o tornam infalível, quando se pronuncia sobre questões de fé, não retira o Papa do âmbito - amplo, vale dizer - das contingências humanas.
Papas, por isso, têm limitações. E precisam conviver com elas. Papas têm mêdo, sentem aflições e são capazes de acusar o enorme desgaste que condutas políticas provocam, quando dissociadas de valores éticos reconhecidos universalmente, acima de opções religiosas quais forem.
 Papas são alvo de reverências. Não são raros os que lhe beijam as mãos em meio a genuflexões. Mas papas precisam de orações. Não deixa de ser emblemático que as primeiras palavras do novo Pontífice tenham sido uma súplica. Deve soar como reconfortante, para os católicos e para a Igreja, ouvirem de seu maior, de seu máximo, de seu sumo Pastor um pedido para que orem por ele. Orar pelo Papa é orar pela própria Igreja. Orar pela Papa é considerar, ainda que por meias palavras, que a Igreja onde também nadam “peixes ruins”, no dizer do Papa Emérito Bento XVI, é a mesma que vive um “momento difícil”, no sentir de dom Odilo Scherer, o cardeal brasileiro que figurava como um dos favoritos no conclave encerrado ontem.
Orar pelo Papa é render atenções e respeito a um homem falível que precisará, a todo momento, valer-se de suas qualidades humanas para exercer a vocação pastoral com os olhos postos no recomeço. Orar pelo Papa, como Francisco pediu, é ajudá-lo a concretizar um anseio externado por ele próprio ao mundo, a partir do balcão de São Pedro: “Recomeçamos o caminho da igreja de Roma, bispo e o povo, de amizade, amor e confiança entre nós. Vamos orar sempre por nós, um pelo outro, porque somos todos irmãos”. Orar pelo Papa é suplicar para que a Igreja pia, santa, acolhedora e fraternal se apresente sempre disposta a pugnar por mudanças de estruturas sociais perversas, estigmatizantes e excludentes.
Orar pela Papa é instilar-lhe coragem para dizer claramente, sem rebuços verbais, o que o então cardeal Jorge Mario Bergoglio constatou em 2007, ao proclamar: Vivemos na região mais desigual do mundo, a que mais cresceu e a que menos reduziu a miséria. A distribuição injusta de bens persiste, criando uma situação de pecado social que grita aos céus e limita as possibilidades de vida mais plena para muitos de nossos irmãos.” “Orem por mim”, pede o papa. Oremos por ele.