domingo, 28 de abril de 2013

TEMPO PASCAL


Estamos em plena Páscoa do Senhor, momento propício e vasto  para oração, meditação  e encontro.
Viver a Páscoa nos indica, como faz Maria a caminharmos em direção ao Ressuscitado  e como os discípulos de Emaús caminhar com Jesus e sentir no nosso corpo, na nossa mente e em nosso coração  a presença de Deus vivo entre nós o que nos comunica paz, alegria e esperança em um mundo melhor.
Páscoa é tempo de fortificar a nossa espiritualidade tornando-a viva e cada vez mais resistente as intempéries de um mundo onde a falta de amor é extremamente sentida, pois a falta de Deus estimula a violência, o desamor e a desesperança.
Voltando-nos para uma 
espiritualidade testemunhal acreditamos que podemos caminhar como São Francisco espraiando a fé e o compromisso com Deus e com os irmãos, garantindo assim uma vida cristã plenamente direcionada ao encontro com o Cristo Ressuscitado através da convivência com os nossos irmãos.
Vivenciando ainda neste tempo propício de revitalização do nosso modo de ser, agir e pensar devemos nos colocar a disposição da Igreja e assumir com ela todas as ações inerentes a vida espiritual da comunidade, sendo assim um discípulo atuante e capaz de fazer com que a Igreja de Cristo continue sendo para o cristão um porto seguro onde se tenha a vontade, o prazer e o compromisso de celebrar a vida em comunidade.
Irmãos e irmãs, nesta Páscoa queremos nos congratular com todos os membros da Comunidade Nossa Senhora da Esperança e como bem diz o nome queremos nos juntar com todos na esperança de fazermos com  que este Movimento seja cada vez mais fortificado e crescente nos serviços da igreja, para a Igreja e para a sociedade.
Eunice e Lúcio


sexta-feira, 15 de março de 2013

HOMENAGEM DO MOVIMENTO DAS COMUNIDADES NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA – CNSE




IDE PELO MUNDO E PREGAI O EVANGELHO!!!


Ó Deus, Pai do Sumo e Eterno Sacerdote, Jesus Cristo. Nós, do MOVIMENTO DAS COMUNIDADES NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA – CNSE, Regional Pará,  Igreja de Belém, pedimos pelo PAPA FRANCISCO, que o assistais na missão que recebeu de presidir em nome de Cristo o rebanho que é Pastor, da Tua Igreja CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA, sendo mestre fiel da doutrina, sacerdote da santa liturgia e servidor daqueles que governa. Nossa Senhora da Esperança, confiamos-vos a pessoa de nosso PAPA eleito e sua vontade de santificação sob a vossa materna proteção e inspiração. Amém!

Orem pelo Papa. Orar por ele é orar pela Igreja da fraternidade, que busca um recomeço
14/03/2013 – Editorial – Jornal “O Liberal” – Belém -Pará

Jorge Mario Bergoglio é argentino. Há 50 anos, vive com apenas um pulmão.
É ele próprio quem cozinha sua comida. Quando se desloca pela cidade onde vive, usa ônibus ou metrô. Jorge Mario Bergoglio já foi visto, certa vez, beijando os pés de portadores do vírus da aids internados num hospital.
Sobre ele, conta-se que há oito anos, na iminência de ser eleito para cargo máximo da instituição a que pertence, teria pedido quase em lágrimas, a seus pares, que votassem em outro cardeal. Jorge Mario Bergoglio precisa de orações. Ele também. Quando precisa, pede que orem por ele.
Jorge Mário Bergoglio é, desde ontem, o papa Francisco. Em dois mil anos de história da Igreja, é o primeiro a usar esse nome, que pode ser tanto uma referência a São Francisco de Assis como a São Francisco Xavier, duas referências para os católicos. O Papa Francisco tem apenas um pulmão.
No conclave que elegeu Bento XVI, teria recebido cerca de 40 votos e suplicado aos demais cardeais que elegessem Joseph Ratzinger para chefiar a Igreja, o que de fato ocorreu. Bergoglio, agora Papa Francisco , ficou conhecido, em 2001, por lavar e beijar os pés de 12 pacientes com aids que visitou num hospital de Buenos Aires.
Ontem, quando assomou ao balcão da Basílica de São Pedro, diante mais de 50 mil pessoas que o saudavam como o 266º papa, Francisco suplicou: “Orem por mim”. O dogma da infalibilidade que o qualifica e o junge a inspirações dívinas que o tornam infalível, quando se pronuncia sobre questões de fé, não retira o Papa do âmbito - amplo, vale dizer - das contingências humanas.
Papas, por isso, têm limitações. E precisam conviver com elas. Papas têm mêdo, sentem aflições e são capazes de acusar o enorme desgaste que condutas políticas provocam, quando dissociadas de valores éticos reconhecidos universalmente, acima de opções religiosas quais forem.
 Papas são alvo de reverências. Não são raros os que lhe beijam as mãos em meio a genuflexões. Mas papas precisam de orações. Não deixa de ser emblemático que as primeiras palavras do novo Pontífice tenham sido uma súplica. Deve soar como reconfortante, para os católicos e para a Igreja, ouvirem de seu maior, de seu máximo, de seu sumo Pastor um pedido para que orem por ele. Orar pelo Papa é orar pela própria Igreja. Orar pela Papa é considerar, ainda que por meias palavras, que a Igreja onde também nadam “peixes ruins”, no dizer do Papa Emérito Bento XVI, é a mesma que vive um “momento difícil”, no sentir de dom Odilo Scherer, o cardeal brasileiro que figurava como um dos favoritos no conclave encerrado ontem.
Orar pelo Papa é render atenções e respeito a um homem falível que precisará, a todo momento, valer-se de suas qualidades humanas para exercer a vocação pastoral com os olhos postos no recomeço. Orar pelo Papa, como Francisco pediu, é ajudá-lo a concretizar um anseio externado por ele próprio ao mundo, a partir do balcão de São Pedro: “Recomeçamos o caminho da igreja de Roma, bispo e o povo, de amizade, amor e confiança entre nós. Vamos orar sempre por nós, um pelo outro, porque somos todos irmãos”. Orar pelo Papa é suplicar para que a Igreja pia, santa, acolhedora e fraternal se apresente sempre disposta a pugnar por mudanças de estruturas sociais perversas, estigmatizantes e excludentes.
Orar pela Papa é instilar-lhe coragem para dizer claramente, sem rebuços verbais, o que o então cardeal Jorge Mario Bergoglio constatou em 2007, ao proclamar: Vivemos na região mais desigual do mundo, a que mais cresceu e a que menos reduziu a miséria. A distribuição injusta de bens persiste, criando uma situação de pecado social que grita aos céus e limita as possibilidades de vida mais plena para muitos de nossos irmãos.” “Orem por mim”, pede o papa. Oremos por ele.

domingo, 27 de janeiro de 2013

EXPERIÊNCIA DE ORAÇÃO


As Equipes de Nossa Senhora são um meio privilegiado  de vivência conjugal, por isso  está pautada na experiência de oração de cada casal equipista, pois a oração é o elemento essencial na vida de cada cristão, “é o diálogo pessoal do indivíduo e da comunidade com Deus” (Papa João Paulo II).
Logo que entramos nas Equipes de Nossa Senhora percebemos que os Pontos Concretos de Esforço nos ajudariam a fortalecer  a nossa espiritualidade conjugal. Já fazíamos a oração diária, de forma individual, e com a introdução dos PCE percebemos que poderíamos aliar o que já fazíamos com essa nova maneira de oração proposta pelas Equipes. Foi então, que procuramos fazer essa oração matinal agregando os três PCE: Escuta da Palavra, Meditação e Oração Conjugal.
Queremos, como casal, partilhar essa experiência que as  Equipes de Nossa Senhora nos proporcionaram:  a descoberta de rezarmos juntos, e lá se vão quase vinte anos.
Ao despertar de um novo dia agradecemos a Deus mais um dia que ganhamos para viver. Não só agradecer, mas pedir perdão por nossos deslizes e também para louvar o Senhor que é o caminho, a verdade e a vida.
Como sabemos que apesar dos nossos esforços sempre estamos sujeitos a errar, iniciamos nossa oração matinal com o pedido de perdão: confesso a Deus Todo Poderoso e a vós irmãos que pequei muitas vezes, por pensamentos, palavras e obras, ...
Crendo na misericórdia do Senhor  e no nosso esforço para diminuir as nossas quedas invocamos o Espírito Santo para que nos ajude e nos anime, nos dê força, coragem e inteligência para vivermos esse dia e todos os dias de nossas vidas com muita alegria, com muito amor e com muita paz no coração, e que tudo que fizermos hoje e sempre seja para o engrandecimento do reino de Deus.
Pedimos  ao Espírito Santo para iluminar nossas vidas, cuidar dos  nossos pensamentos , organizar nossa maneira de ser, de agir e de pensar, sempre direcionado ao Evangelho e nos defenda e nos livre de todos os perigos, de todos os males e de todas as tentações, pedindo especialmente pelos nossos filhos, demais membros de nossas famílias, pelos casais equipistas, assim como por todas as pessoas do mundo, pois afinal somos filhos de Deus e necessitamos, permanentemente do seu amor e da sua misericórdia.
Perdoados e iluminados pela luz do Espírito Santo fazemos a leitura do evangelho que a liturgia diária nos propõe, em seguida fazemos a meditação da Palavra de Deus trazendo para nossas vidas e buscamos desse Evangelho uma mensagem que nos ajudará a vivenciarmos o amor de Deus nesse dia.
Certos de que temos um caminho delineado para viver mais um dia pedimos a intercessão de Nossa Senhora junto a seu filho amado para proteger e animar todas as famílias do mundo dando-nos a paz e a unidade e que sejamos cada vez mais humildes e caridosos uns para com os outros, dentro e fora dos nossos lares.
Encerramos nossa oração matinal rezando o Magnificat, ponto de unidade do Movimento, pois o Poderoso fez em nós maravilhas e santo é o seu nome.
 Eunice e Lúcio
Equipe 10 – C –Nossa Senhora de Belém
Belém-PA- Região Norte II
publicado na Carta Mensal - 468 - dezembro/2012 - pgs 30/31