segunda-feira, 1 de outubro de 2012

VIVER NA ESPERANÇA


A esperança é uma das três virtudes mais bela e poderosa da vida do ser humano e é também o ponto de partida em busca da luz que vislumbramos no futuro.
A sociedade vem passando por uma série de transformações, seja na economia, nas finanças e principalmente no quadro político, que aos poucos se renova, fruto de um amadurecimento político, onde a Igreja tem trazido, através da CNBB, reflexões profundas sobre a participação, o envolvimento e a responsabilidade que cada um de nós cristãos tem em viver ativamente o nosso lado político no sentido de influenciar a sociedade, ou seja, sermos luz neste campo social da atividade humana ainda tão obscuro para grande parte da população de nosso país.
Neste período em que se aproximam as eleições a Igreja nos convida a exercer um papel fundamental na transformação da sociedade em que vivemos. O nosso voto, consciente, deve ser dado ao candidato cuja proposta de trabalho mais se aproxime do projeto que vise banir as desigualdades sociais e que estiver mais comprometido com a implantação de políticas publicas voltadas para a melhor qualidade de vida da população.
Ser luz politicamente na sociedade não é acender duas velas, uma para mim, outra também, mas acender sim uma vela nova de esperança em busca de justiça, da paz e da fraternidade. É acender uma vela nova de esperança capaz de clarear os novos caminhos de uma sociedade ávida por mudanças capazes de resgatar os valores éticos e morais em busca de uma nova cidadania.
Ser sal politicamente é ter a capacidade de levar a comunidade a sentir o gosto de viver a sua cidadania na esperança de celebrar a vida pela vitória sobre a morte.
Ser fermento na sociedade é ter a plena consciência do cumprimento de um dever patriótico que revele a vontade da maioria que luta na esperança de mudanças estruturais, que possa fazer com que cada um de nós sinta orgulho de viver em uma sociedade justa e fraterna.
Neste momento devemos assumir a mesma postura de Jesus de Nazaré, Homem/Deus que “falava o que fazia e fazia o que falava”, que testemunhava com sua própria vida, pois “vivia o que falava e falava o que vivia”. Por isso, nós cristãos, precisamos ser luz para o mundo, sal para dar sabor à vida dos irmãos e fermento na sociedade levando a palavra de Deus a ser reconhecida e vivida por todos, para que todos tenham vida em abundância.
Viver na esperança é acreditar que tudo podemos, desde que tenhamos coragem de sermos agentes coerentes de mudanças e, imbuídos do espírito de Deus seremos capazes de fazer aqui e agora florescer o reino do amor. Viver na esperança também significa termos coragem de dizer não a esse modelo político que escraviza o povo de Deus em prol de alguns que visam apenas o seu fortalecimento no poder.
Assim é que, nós cristãos devemos formar uma grande cruzada, onde a nossa melhor arma é a conscientização político-transformadora, o nosso escudo é a paz entre homens e o nosso lema é a esperança em uma nova sociedade.
Eunice e Lúcio
Casal Apoio
(Artigo publicado na Carta Mensal das ENS –out/2002-pg. 35)

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

MÊS DA BÍBLIA


A Igreja no Brasil celebra em setembro o Mês da Bíblia. Essa celebração, que é um convite  para que cada católico conheça cada vez mais a bíblia, é orientada pela CNBB, mais especificamente pela Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética.
O mês da Bíblia 2012 tem como tema: "Discípulos Missionários a partir do Evangelho de Marcos", e como lema: "Coragem, Levanta-te! Ele te chama!".
Vamos perseverar na escuta e na meditação diária da palavra de Deus para que tenhamos força para vivê-la!
“se permanecerdes na minha palavra, sereis meus verdadeiros discípulos; conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” jo 8, 31-32.
Não estamos perseverando em Jesus se não estivermos escutando, meditando e vivendo a sua palavra, todos os dias.
“a palavra de Deus é viva, eficaz, mais do que uma espada de dois gumes e atinge até a divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração” hb 4,12.